09/09/2015

Senhor a tua Palavra é o meu alimento

Neste dia você pode adorar Jesus através da sua Palavra, porque esta também é uma forma de adorar o Senhor. Vamos refletir a Palavra de Deus escrita no livro da Sabedoria 1, 1-7:
“Amai a justiça, vós que governais a terra, tende para com o Senhor sentimentos perfeitos, e procurai-o na simplicidade do coração, porque ele é encontrado pelos que o não tentam, e se revela aos que não lhe recusam sua confiança; com efeito, os pensamentos tortuosos afastam de Deus, e o seu poder, posto à prova, triunfa dos insensatos. A Sabedoria não entrará na alma perversa, nem habitará no corpo sujeito ao pecado; o Espírito Santo educador (das almas) fugirá da perfídia, afastar-se-á dos pensamentos insensatos, e a iniquidade que sobrevém o repelirá. Sim, a sabedoria é um espírito que ama os homens, mas não deixará sem castigo o blasfemador pelo crime de seus lábios, porque Deus lhe sonda os rins, penetra até o fundo de seu coração, e ouve as suas palavras. Com efeito, o Espírito do Senhor enche o universo, e ele, que tem unidas todas as coisas, ouve toda voz.”
Veja o que diz a Palavra de Deus para nós: “pensai corretamente sobre o Senhor”. Nós precisamos ter pensamentos corretos sobre Deus e a respeito das coisas do Pai. Esta é uma necessidade, porque Deus se deixa encontrar, revelar e manifestar para as pessoas que n’Ele confiam.
Por exemplo, o que é uma pessoa pervertida sexualmente? É uma pessoa que pratica o sexo de uma maneira errada e que desvaloriza ela mesma e a pessoa que está se relacionando. A perversão é quando vemos o Senhor de maneira errada, assim estes pensamentos nos afastam de Deus.

A Palavra de Deus nos educa

A palavra corrige os nossos pensamentos perversos e nos aproxima do Senhor. Uma ideia ruim é capaz de destruir a vida, porque a pessoa experimenta uma vez e depois se torna escrava daquele vício. A Canção Nova por exemplo começou com uma ideia de Deus plantada no coração do padre Jonas.
Não podemos qualificar a Palavra de Deus como um livro de auto-ajuda porque só a Sagrada Escritura produz frutos na nossa vida.
Nossa felicidade é aquilo que está na nossa mente e não aquilo que está no nosso bolso. Quantas pessoas passam a vida inteira perseguindo o ar e deixam escapar a felicidade, porque sem Deus não somos felizes. A nossa felicidade são os pensamentos que temos de Deus e esta palavra no traz uma garantia: “porque ele é encontrado pelos que o não tentam, e se revela aos que não lhe recusam sua confiança.”

Por quem Deus se deixa encontrar?

Por quem não o coloca à prova e se manifesta para aqueles que confiam n’Ele. Se confiamos em Deus, em algum momento, Ele se manifestará e não falhará. Quantas pessoas que no momento de oração sentiram esta presença através de uma lágrima. Em quantas situações da nossa vida não conseguimos ver a presença de Deus, mas se confiamos n’Ele, Jesus vai se manifestar.
Confiamos e acreditamos naqueles que conhecemos, pois só confiamos em alguém que acreditamos e que nos ama. Sem amor e sem esta experiência não existe confiança! Esta confiança é fruto de um relacionamento, pois quanto mais certeza temos deste amor mais acreditamos nesta pessoa.
O amor se torna uma coisa sólida, pois estamos amparados por algo que alimenta o nosso coração. O nosso relacionamento com Deus precisa ser assim. Quando pensamos corretamente sobre Deus passamos a amá-lo. Para amar precisamos saber dos pensamentos de Deus.
No relacionamento é importante saber o que se passa no pensamento da outra pessoa, por exemplo, é preciso que o esposo saiba e compreenda o que a esposa pensa. Para saber o que Deus pensa é preciso ouvir o que Ele fala, por isso precisamos ler a Palavra. Tem muitas pessoas que não amam a Deus, porque os seus pensamentos são equivocados.
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“Para amar precisamos saber dos pensamentos de Deus”, aconselhou Márcio Mendes durante sua pregação nesta quinta-feira de adoração na Canção Nova. Foto: Arquivo/cancaonova.com
Nós precisamos pensar corretamente sobre o Senhor se quisermos amá-lo. Precisamos ouvir o que Ele fala conosco, através da Palavra de Deus. O Senhor se manifesta naqueles que não o coloca em prova e o fica testando. Não podemos ter pensamentos errados sobre Deus.
Nós fazemos muitos planos, rezamos e pedimos ao Senhor, mas quem garante que Deus não se valeu de algo ruim que aconteceu ou em uma oração de súplica Jesus salvou. O Senhor nunca deixa de atender uma oração feita por um pai e uma mãe.

Só testamos alguém que não confiamos

A Palavra de Deus nos ajuda a entender que nós fomos criados para a eternidade. Não teste Deus, mas acredite, por mais difícil que seja a sua vida Ele vai colocar caminhos e pessoas para te ajudar a vencer. Não teste a Deus, porque só testamos alguém que não confiamos.
Jesus ouve a oração que está no seu coração. O Senhor já está fazendo muito na sua vida, mas os pensamentos perversos nos afastam de Deus. Quando nos aproximamos de Jesus para lucrar somos que nem Judas que ouviu a Palavra direto da fonte e não colocou em prática, estava com Jesus para ganhar e os seus pensamentos o afastaram de Dele.
O que você anda pensando? O que tem ocupado sua cabeça? Quais os pensamentos que tem cultivado? Quantas vezes estragamos o nosso dia com pensamentos ruins. Olhe para o que está cultivando e preste atenção nos pensamentos de perversão que vão entrando devagarinho no seu coração.

As atitudes são frutos dos pensamentos

Todas as vezes que mantivermos um pensamento indecente dentro de nós acabamos nos afastando do Senhor. Um pensamento bom ou ruim é capaz de nos arrastar. As nossas pernas vão aonde o nosso pensamento nos leva.
Precisamos ter a Bíblia em nossa casa, então, se não cultivarmos a Palavra de Deus em nosso coração o inimigo vai plantar pensamentos ruins e maus. A fé que temos foi plantada dentro de casa!
Os bons pensamentos, que nascem no coração, são frutos da Palavra de Deus. Jesus entra na nossa vida para nós salvar, e talvez o dia que Ele esteja entrando na sua vida seja hoje através da Palavra de Deus.
A Sagradas Escrituras tem o poder abrir alguém para a salvação. Uma inspiração vinda de Deus proclamada por nós tem o poder de salvar uma vida estragada.
Após ler esta pregação reserve alguns minutos para realizar um momento de oração e reflexão.

08/09/2015

Natividade de Nossa Senhora, celebramos o nascimento da Mãe de Jesus

Natividade de Nossa Senhora

Maria nasce, é amamentada e cresce para ser a Mãe do Rei dos séculos, para ser a Mãe de Deus

Hoje é comemorado o dia em que Deus começa a pôr em prática o Seu plano eterno, pois era necessário que se construísse a casa, antes que o Rei descesse para habitá-la. Esta “casa”, que é Maria, foi construída com sete colunas, que são os dons do Espírito Santo.
Deus dá um passo à frente na atuação do Seu eterno desígnio de amor, por isso, a festa de hoje, foi celebrada com louvores magníficos por muitos Santos Padres. Segundo uma antiga tradição os pais de Maria, Joaquim e Ana, não podiam ter filhos, até que em meio às lágrimas, penitências e orações, alcançaram esta graça de Deus.
De fato, Maria nasce, é amamentada e cresce para ser a Mãe do Rei dos séculos, para ser a Mãe de Deus. E por isso comemoramos o dia de sua vinda para este mundo, e não somente o nascimento para o Céu, como é feito com os outros santos.
Sem dúvida, para nós como para todos os patriarcas do Antigo Testamento, o nascimento da Mãe, é razão de júbilo, pois Ela apareceu no mundo: a Aurora que precedeu o Sol da Justiça e Redentor da Humanidade.
Nossa Senhora, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova

O sigilo do sacramento da confissão

O sacramento da confissão tem o sigilo inviolável 
Dentre os sacramentos da Igreja, dois recebem o título de sacramentos de cura. São eles: sacramento da penitência e unção dos enfermos. Sobre o sacramento da penitência, o conhecemos por diferentes nomes, e cada um tem o seu significado próprio:
O sigilo do sacramento da confissão
Foto: Wesley Almeida/cancaonova.com
1. Sacramento da conversão: realiza sacramentalmente o convite de Jesus à conversão.
2. Sacramento da penitência: consagra um esforço pessoal e eclesial de conversão, de arrependimento e satisfação do cristão pecador.
3. Sacramento de confissão: a confissão dos pecados diante do presbítero é elemento essencial desse sacramento.
4. Sacramento da reconciliação: concede ao pecador o amor de Deus que reconcilia. O penitente faz a experiência do amor misericordioso do Pai.
Quando falamos em confissão, muitos fiéis carregam no coração o medo; não raro, há aqueles que se perguntam: “O padre não contará meus pecados para outras pessoas?”. Sobre essa questão, os documentos da Igreja afirmam o caráter inviolável do segredo da confissão. O presbítero que acolhe o penitente, ouve seus pecados e lhe administra a absolvição está sob o sigilo sacramental, isso significa que aqueles pecados ouvidos não serão revelados em hipótese alguma.
Sobre o sigilo sacramental, os documentos da Igreja afirmam:
“O sigilo sacramental é inviolável, por isso, é absolutamente ilícito ao confessor, de alguma forma, trair o penitente por palavras ou de qualquer outro modo e por qualquer que seja a causa.
Tem a obrigação de guardar segredo também o intérprete, se houver, e todos aqueles a quem, por qualquer motivo, tenha chegado o conhecimento de pecados por meio da confissão” (Código de Direito Canônico, 893).
“Dada a delicadeza e a grandeza deste ministério e o respeito devido às pessoas, a Igreja declara que todo sacerdote que ouve confissões está obrigado a guardar segredo absoluto sobre os pecados que os seus penitentes lhe confessaram, sob penas severíssimas. Tão pouco pode servir-se dos conhecimentos que a confissão lhe proporciona sobre a vida dos penitentes. Esse segredo, que não admite exceções, é chamado ‘sigilo sacramental’, porque aquilo que o penitente manifestou ao sacerdote fica ‘selado’ pelo sacramento” (Catecismo da Igreja Católica, 1476).
O termo “sigilo” vem do latim sigillum, selo, lacre. Uma vez ouvida a confissão dos pecados, o presbítero sela com seu silêncio aquilo que foi ouvido. Não poderá jamais revelar para outrem o segredo dos pecados apontados pelo penitente. Esse sigilo sacramental é extremamente sério, que o Código de Direito Canônico assim expressa no Cânon 1388: “O confessor que viola diretamente o sigilo sacramental incorre em excomunhão latae sententiaereservada à Sé apostólica; quem o faz só indiretamente seja punido conforme a gravidade do delito”.
Essa violação do sigilo sacramental é direta quando se revela o pecado ouvido em confissão e a pessoa do penitente, quer indicando o nome, quer ainda manifestando pormenores que qualquer pessoa pode deduzir de quem se trata. É indireta quando não se revela tão claramente a pessoa do penitente, mas o modo de agir ou de falar do confessor é tal que origina o perigo de que alguém a conheça.

07/09/2015

A quem iremos Senhor?

Diante das adversidades do tempo presente questionamos a quem iremos
Palavra do Senhor! Palavra da Salvação! Palavra de Vida Eterna! São expressões que ressoam continuamente em nossos ouvidos! No entanto, estamos mais acostumados com palavras que nos chegam através dos muitos meios de comunicação de nosso tempo.
Ficamos até acostumados com as notícias da última alta do dólar, as chacinas do dia a dia, a crise política e econômica, as muitas “operações” efetuadas pelos órgãos de segurança. Nada nos assusta nem causa reação ou escândalo, quase vacinados diante das imagens e sons que entram em nossas casas e corações. As pessoas são capazes de permanecer impávidas diante de noticiários sanguinários e sanguinolentos, às vezes continuando suas refeições ou tratando de amenidades.
A quem iremos Senhor
Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com 
Entretanto, quando a Igreja fala da verdade o Evangelho, ou prega as consequências morais e éticas do seguimento de Jesus, alguns consideram intervenção indevida, agressão à laicidade do Estado, que sabemos não ter necessidade de ser ateu para ser laico! Num mundo paganizado, falar dos Sacramentos, ou da prática de Missa dominical, ou ter convicções claras e correspondentes à Verdade revelada, tudo pode parecer anacrônico e fantasioso. Falar de família monogâmica, formada a partir da união de homem e mulher, fiel e fecunda, como a Igreja insistirá fortemente neste período que antecede o Sínodo dos Bispos, soa retrocesso, diante do que se pensa “progresso”, outro nome da destruição da família e da desagregação de laços consistentes, que sabemos ser essenciais para a garantia da dignidade humana pessoal e a sustentação da vida, como foi pensada por Deus, tudo isso receberá ataques de toda ordem.
Não é de hoje! Quando o Povo de Deus, tendo atravessado o Rio Jordão e vencido as primeiras etapas de ocupação da Terra Prometida, foi convocado a uma grande Assembleia, no lugar chamado Siquém, Josué (Cf. Js 1, 1-9), cuja liderança se consolidava, falou a todas as tribos de Israel com palavras provocantes: “Se vos desagrada servir ao Senhor, escolhei hoje a quem quereis servir: se aos deuses a quem vossos pais serviram no outro lado do rio ou aos deuses dos amorreus, em cuja terra habitais. Quanto a mim e à minha família, nós serviremos ao Senhor” (Js 24, 15). Mesmo escolhido por Deus para uma grande missão, aquele povo sempre esteve sujeito à tentação e à queda, pelas suas próprias limitações e pelo contato com o paganismo. Com frequência, através de seus enviados, o Senhor lhe pedia a renovação dos compromissos. A resposta à palavra de Josué corresponde a um verdadeiro refrão, que ocorre em variações em outros textos da Escritura Sagrada: “Longe de nós abandonarmos o Senhor para servir a deuses alheios.
Pois o Senhor, nosso Deus, foi quem nos tirou, a nós e a nossos pais, da terra do Egito, da casa da escravidão. Foi ele quem realizou esses grandes sinais diante de nossos olhos e nos guardou por todos os caminhos por onde peregrinamos, e no meio de todos os povos pelos quais passamos… Portanto, nós também serviremos ao Senhor, porque ele é nosso Deus” (Js 24, 16-18).
Quando veio Jesus, sua pregação e seus milagres arrebanharam multidões, como mostram os textos evangélicos. No entanto, muitos ficaram escandalizados com suas palavras e seus gestos. Sua presença se tornou verdadeira provocação a pessoas acomodadas, que se tinham ajeitado numa prática religiosa superficial, o que lhe granjeou significativo grupo de inimigos, inclusive no meio das autoridades civis e religiosas do tempo. Aquele que é a Verdade (Cf. Jo 14,4-5; Jo 18, 33-38) foi rejeitado por muitas pessoas, mesmo sendo estas tocadas por seu amor (Mc 10, 17-23). Tendo chamado discípulos do meio da multidão, esta marcada por expectativas messiânicas alguns vezes confusas, ou limitada formação religiosa, o Senhor Jesus sabia que seria necessária uma grande paciência para formá-los, trabalhando para a maturidade apostólica, que só viria com a Paixão, Morte, Ressurreição e Ascensão de Jesus e a vinda do Espírito Santo no Pentecostes.
Uma das crises dos discípulos ocorreu após a Multiplicação dos Pães e o Discurso a respeito do Pão da Vida, quando Jesus pronuncia palavras cuja consequência desfrutamos e a Igreja o fará até a volta do Senhor: “Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem come deste pão viverá eternamente. E o pão que eu darei é a minha carne, entregue pela vida do mundo” (Jo 6, 50-51). Trata-se do anúncio da Eucaristia! Justamente os discípulos entraram em pânico, junto com outras pessoas: “Esta palavra é dura. Quem consegue escutá-la?” (Jo 6, 60). Como fez Moisés com o Povo de Deus no Sinai, ou Josué em Siquém, é hora da decisão: “Jesus disse aos Doze: ‘Vós também quereis ir embora?’ Simão Pedro respondeu: ‘A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o Santo de Deus'” (Jo 6, 67-69).
Diante das provocações do tempo em que vivemos, é possível alinhavar algumas atitudes ao mesmo tempo respeitosas e corajosas. Não nos escandalizemos com a diversidade existente em nosso mundo. Antes, na pessoa que é diferente ou pensa de modo diverso de nós, identificar os canais de diálogo fecundo, cooperando, o que quer dizer trabalhando juntos, pelo bem comum. Não deixar de manifestar nossas próprias convicções, ainda que soem diferentes, como nos ambientes de trabalho, tantas vezes eivados de conceitos espúrios ou meias verdades tiradas da última mensagem recebida em redes sociais, consideradas a última palavra. Respeitar o diferente, mas dizer com simplicidade e força que a própria consciência mostra outra visão da vida e do mundo. Ora, para tanto, buscar a necessária formação, nas várias possibilidades oferecidas pelas Paróquias ou Pastorais e Movimentos Eclesiais. E é na vida em Comunidade, especialmente na Paróquia, que se fortalecem as convicções.
A todos os irmãos e irmãs chegue o convite a dizer com São Pedro, que, com suas fragilidades parecidas com as nossas, não foi propriamente um herói da primeira hora, pronunciou palavras tão fortes, que repetiremos no coração todas as vezes em que ressoar, em nossas missas “Palavra do Senhor” ou “Palavra da Salvação”: “Só tu tens palavras de Vida Eterna!”

06/09/2015

Você compensa suas emoções na comida?

A comida pode estar ligada a uma necessidade fisiológica ou emocional 
Você saberia me dizer o que é emoção? É uma experiência subjetiva, associada a temperamento, personalidade e motivação. Existe uma distinção entre a emoção e seus resultados, principalmente os comportamentos gerados e as expressões emocionais.
Você desconta as emoções na comida 2 - 1600x1200
Nossas emoções primárias são alegria, tristeza, medo, amor e raiva. As pessoas frequentemente se comportam como um resultado direto de seus estados emocionais, seja chorando, lutando, fugindo ou comendo. Emoções que, ainda criança, podem ser aprendidas ou condicionadas à alimentação. Um bebê, por exemplo, que sempre ao chorar é amamentado ou uma criança que recebe como estímulo, como recompensa por um bom comportamento ou uma tarefa cumprida, um alimento que lhe agrada o paladar, são “treinadas” a obter esse mesmo alimento sempre que experimentarem uma dessas emoções primárias, pois aprenderam que ao vivenciar uma forte emoção precisam se alimentar.
No entanto, existem alimentos que influenciam diretamente nosso Sistema Nervoso Central (SNC) e reforçam esse estímulo externo que recebem. A cafeína, por exemplo, atua diretamente no SNC e tem a capacidade de agir na corrente sanguínea e atingir o córtex cerebral que interfere na redução do cansaço, da atenção e cognição. O resultado obtido pela cafeína, que é encontrada não só no café, mas também nos refrigerantes e em alguns chás, são benéficos, porém, o uso contínuo pode causar dependência, principalmente se associado à forma de nutrir as emoções e suprir as carências.
Há outros alimentos que também precisam de nossa vigilância, pois são verdadeiros companheiros de nossas emoções: os chocolates e açúcares. Tanto o chocolate quanto o açúcar são capazes de estimular a produção da serotonina, que proporciona uma sensação de prazer e bem-estar. Por isso, muitas vezes, tornam-se companheiros das mulheres que vivenciam a TPM (tensão pré-menstrual), pois são alívio imediato da raiva e mais agradáveis ao paladar feminino que o masculino.
Contudo, precisamos ficar atentos, pois os alimentos não nos nutrem apenas física, mas emocionalmente também; por isso, é preciso saber identificar quando minha fome é física ou emocional. Como distingui-la? A fome física é fisiológica, é a nossa necessidade de reabastecimento, aquela que sustenta a vida, que nos mantém de pé, produzindo em nós a energia necessária para desenvolver as tarefas diárias. Já a fome emocional é aquela que não tem ligação com a sustentação da vida. Nesse caso, é aquela que nos faz comer mais e mais, apesar de já estarmos satisfeitos ou até passando mal. É aquele churrasco gostoso, o almoço de domingo, a festa boa que vamos… E mesmo já atingindo nosso limite físico, não somos capazes de dizer ‘não’ e continuamos a comer.
É primordial, então, o autoconhecimento, pois ele será nosso auxílio
adequado, o termômetro para não sermos reféns dos alimentos. Conhecer nossa história, emoções e reações promove em nós autodomínio e,
consequentemente, uma forma mais madura e saudável de ver a vida.
Não pare em suas limitações, desnude-as e vença-as!

05/09/2015

Como lidar com as brigas e os desentendimentos no namoro?

Brigas e desentendimentos no namoro não podem virar a 3ª Guerra Mundial
Quantas vezes você se desentende com si mesmo ao acordar? Às vezes, irrita-se com algo que acontece de imprevisto ou que poderia ter feito e não fez? Quantas são as situações que o chateiam quando pensa: “Nossa, como pude fazer isso? Meu Deus! Sério que fiz isso?”.
De fato, desentendemo-nos com nós mesmos, e, nessa hora, precisamos nos reconciliar. Essa é a aventura humana! Agora, alargue um pouco sua visão e pense: tudo isso em um relacionamento a dois! O nome já diz: trata-se de duas pessoas, de dois mundos, duas histórias, duas visões e dois sentimentos. Por isso, é inevitável o desentendimento e o conflito.
Como lidar com as brigas e os desentendimentos no namoro
Quanto se trata de namoro, noivado ou casamento, então, meu Deus! Um simples ato de apertar a pasta de dente ao meio pode ser um “campo minado” para estourar uma discussão acalorada com sua digníssima, a qual, simplesmente, não suporta o fato de você não apertar o creme dental no início do tubo.
Desentendimentos surgirão, mas a pergunta é: Como lidar com eles? Como não fazer do relacionamento uma 3ª Guerra Mundial? Ah, e se você acha que o fato de rezar ou ter uma vida sem estresse o blindará desses momentos de tensão, fique tranquilo e permita-se ser humano. Até o Papa disse: “É habitual os casais se zangarem… Às vezes, [até] voa um prato. Contudo, por favor, lembrem-se disso: não acabem o dia sem fazer as pazes. Nunca, nunca! Esse é um segredo para conservar o amor”.
Se posso também dar uma dica, darei três para quando surgirem as desavenças, tá legal?
Buscar uma solução: Quando há um ponto de divergência, é interessante parar e pensar: Há uma solução para isso? Podemos solucionar o problema que surgiu? O diálogo será o meio mais eficaz de descobrir as soluções!
Achar o meio termo: Nem sempre o problema terá uma solução. Nessa hora, não se trata de um ou o outro vencer, com uma saída plausível. É interessante achar o ponto de equilíbrio que fique bom minimamente para ambas as partes. O meio termo é: “Nem para o seu lado nem para o meu, mas o melhor para o nós!”.
Deixar passar: Há coisas e situações para as quais, de fato, não adianta gastar fosfato nem massa cinzenta. Só o tempo poderá resolver! Há situações que precisam de um dia, dois ou mais para serem resolvidas; nesse tempo, com os ânimos mais calmos, as coisas podem se assentar ou, literalmente, você vai precisar deixar passar!
Como dialogar e ter sucesso no falar?
Pergunta boa! Às vezes, no diálogo, falamos A, mas o outro entende B; e saímos com um R de “raiva”!
Uma simples equação na fala pode ajudar! Vamos lá:
“Quando você faz isso____________, eu sinto isso _______________. Acho que poderia ser assim _______________.”
Nessa hora, a pessoa poderá dizer o que pensa na mesma equação; dessa forma, as coisas vão ficando mais claras! Muitas vezes, por não sabermos identificar com nitidez nossos sentimentos e falar deles, entramos em enrascadas.
Muitos se perdem e perdem lindos relacionamentos por não saberem sobreviver a esses momentos de incompatibilidade de gênio! Gosto do pensamento de Chesterton sobre isso, quando ele analisa a causa de muitos divórcios: “Já que os americanos admitem o divórcio por “incompatibilidade de gênio”, não consigo compreender como não se divorciaram todos, pois tenho visto muitos casamentos felizes, mas nunca um casamento compatível. O casamento é justamente feito para a luta e para transpor o instante em que a incompatibilidade triunfa, porque o homem e a mulher são, por definição, incompatíveis”. Chesterton (What’s wrong with the world)
Sempre seremos incompatíveis pelo simples fato de sermos homens e mulheres(corpo, mente e até o jeito de rezar são diferentes!). Isso é ótimo, pois é a medida certa para que possamos viver a santidade, que é busca por uma inteireza enquanto pessoa humana.
Então, podemos até quebrar uns pratos, mas nada de dormirmos brigados, tá legal?

04/09/2015

Oração pela necessidade de um emprego

Com confiança, apresente ao Senhor a sua necessidade de um emprego
Oração pela necessidade de um emprego
Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com 
O Senhor nos ensina: “Viverás do trabalho de tuas mãos, viverás feliz e satisfeito”.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Amém! Pai querido, preciso sustentar a mim mesmo e a minha família. Antes mesmo de pedirmos, o Senhor, como vemos no Salmo, já sabes que temos necessidade de um emprego. Sei que é de Tua vontade que trabalhemos, e hoje preciso de um emprego para cumprir essa Tua vontade.
Encontro-me desempregado e em uma péssima situação financeira. Isso traz muitos aborrecimentos: incompreensões, revoltas, mal-estar e ofensas. Sinto-me desvalorizado, sem vontade de rezar nem de fazer outras coisas.
Agora, percebo quantas vezes reclamei do meu emprego, do meu empregador, dos meus chefes, colegas de trabalhos e de meu salário! Quantas vezes não fui exemplar em minhas tarefas! Fazia-a com raiva e desprezo, sem me preocupar com o resultado. Falei mal das pessoas, inventei fofocas, caluniei, difamei, mas agora percebo quanto mal eu fiz! Eu não era pago para isso, mas sim para executar meu serviço com responsabilidade e para ser digno da confiança de meus chefes. Hoje, estou arrependido e peço perdão, Senhor, por esse mal que causei.
Quero pedir perdão também pelos atestados falsos, pelas mentiras contadas nos atrasos, pelo mau uso do salário recebido, pelas vezes que levei objetos para minha casa – o que configura roubo –, pelas vezes em que encobri os meus erros e os dos outros, prejudicando o meu empregador, pelas vezes em que usei o meu tempo, sendo negligente e deixando a preguiça me dominar.
Perdoa-me, Senhor, não quero ser mais assim.
Quantas vezes tive a oportunidade de rezar e agradecer pelo meu emprego e não o fiz; preferi reclamar, deixei-me dominar pelo mal. Quantas vezes acreditei mais na inveja, na perseguição, na macumba, em feitiços do que nas graças e no poder de Deus!
Hoje, estou arrependido, Senhor, e quero me libertar de tudo o que me aprisiona e bloqueia meu novo trabalho.
Sei que o mercado de trabalho está difícil, com poucas vagas disponíveis. Mas sei que o Senhor vai me conduzir com as minhas necessidades e capacidades físicas, mentais e espirituais.
Eu peço, desde já, por meus empregadores: que suas necessidades possam ser supridas pelas minhas qualificações e associação com eles. Ajuda-me a ser uma bênção nesse trabalho que tens em mente para mim.
Em Tua providência, reserva para mim um posto no qual eu possa crescer, prosperar financeiramente e, ao mesmo tempo, realizar meu potencial, viver minha vida em conformidade à Tua vontade.
Quando as portas se abrirem, orienta-me por qual delas devo entrar. Confiram Tua providência, conduzindo-me ao cargo e local de trabalho ideias, sabendo que, a cada dia, devo viver como um operário da vinha do Senhor, um homem de Deus que quer cuidar de sua família.
Desde já, agradeço-Te por esse novo emprego. Louvado seja Teu nome para sempre. Amém!
Pe. Vagner Baia 

03/09/2015

Doenças espirituais causadas pelos pecados capitais

A cura para as doenças espirituais é obra do Espírito Santo
Para que uma doença seja tratada, é preciso descobrir, por meio de exames, o que a causou. Uma vez diagnosticado o problema, aplicam-se os medicamentos necessários para o restabelecimento da saúde corporal.
Nossa vida espiritual passa por esse mesmo processo. Muitas vezes, nossa alma está contaminada por doenças espirituais que, aos poucos, roubam-nos a paz e nos desequilibram espiritualmente, afastando-nos do caminho da santidade e conduzindo-nos ao pecado.
Doenças espirituais causadas pelos pecados capitais
Foto: Daniel Mafra/cancaonova.com
Diante de tal realidade, é preciso diagnosticar quais doenças espirituais estão deixando nossa alma enferma. Contudo, para que o medicamento correto faça o efeito desejado, é preciso nomear essas doenças. E quais são as doenças espirituais?
São sete: gula, avareza, luxuria, ira, inveja, preguiça e soberba. As doenças espirituais são os sete pecados capitais, os quais, quando não diagnosticados, causam um terrível mal ao coração do ser humano.
Gula é a doença espiritual do desejo insaciável. Sempre é preciso consumir mais para a satisfação própria. Quando essa enfermidade se aloja no coração, faz-nos escravos de uma vontade que nos rouba o direito da liberdade. Tornamo-nos escravos e sempre será preciso ir além do necessário. O remédio para a gula é o autocontrole, é aprender a ficar satisfeito com o necessário e dizer ‘não’ ao excesso.
Avareza: é o apego ao dinheiro e aos bens materiais. Essa doença escraviza a pessoa, pois faz seu coração prisioneiro de seus desejos, esquecendo-se de Deus e do próximo. Para curar-se dessa doença, é necessário o abandono em Cristo e o desapego de tudo que nos aprisiona.
Luxúria: é deixar-se dominar pelas paixões. Essa doença deixa a pessoa presa aos desejos carnais, à corrupção dos costumes e à sensualidade. Todos esses desejos se agravam com o tempo caso não seja cuidado com o remédio necessário, que consiste em reconhecer-se Templo do Espírito Santo e recuperar a consciência da dignidade de filho de Deus.
Ira: é o sentimento de raiva, ódio, rancor e vingança. É uma doença complexa, pois, calmamente, vai transformando a pessoa naquilo que ela sente. Ela age aos poucos no coração e, se não for remediada a tempo, pode destruir vidas. O remédio para essa doença é o perdão e a busca da paz para com todos. Muitos se encontram enfermos desse sentimento, por isso faz-se necessário cuidar deles urgentemente.
Inveja: é a cobiça por aquilo que não é seu. Muitos passam pela vida desejando aquilo que não é seu e se esquecem de cuidar da própria vida. Essa doença afasta a pessoa da realidade de sua própria vida e a torna prisioneira do que o outro possui. O remédio para essa enfermidade consiste em retirar o olhar da vida do outro e cuidar de sua própria existência. Somente quem consegue voltar o olhar para sua vida liberta o outro de seus olhares invejosos.
Preguiça: é a doença do desleixo, da moleza, da falta de vontade, da aversão ao trabalho. O preguiçoso vive em estado constante de paralisia. Essa doença faz o ser humano acostumar-se com uma vida medíocre. Para curar essa enfermidade, é preciso sair do espaço de conforto que criou para si mesmo e ter atitude diante da vida. Muitas pessoas alimentam essa doença em seus semelhantes.
Soberba: essa doença está ligada ao orgulho excessivo, à vaidade, e à arrogância.Muitos vivem se achando melhores que as outras pessoas. Olham e expressam em seus semblantes o pouco caso com seus irmãos e irmãs. Para curar-se desta doença, é preciso reconhecer-se pecador e necessitado da misericórdia de Deus. Somente quem se reconhece criatura e não Criador consegue libertar-se dessa enfermidade.
A cura das doenças espirituais é um processo de mudança interior que acontece com a ajuda do Espírito Santo, o médico das almas.

01/09/2015

Santidade no Matrimônio

Quando vivemos bem o matrimônio, somos mais felizes e realizados afetiva e sexualmente
Foi assim que Tobias falou: “Levanta-te, Sara, e roguemos a Deus, hoje, amanhã e depois de amanhã. Estaremos unidos a Deus durante estas três noites” (Tb 8,4).
o_segredo_para_viver_bem_o_matrimonio

Veja a coragem de Tobias: conservou-se virgem até aquele dia e, na noite das núpcias, convidou sua esposa para passarem três noites em oração, unidos a Deus, para somente depois da terceira noite consumarem a união. O mais importante vem em seguida: “Porque somos filhos de santos, e não nos devemos casar como os pagãos que não conhecem a Deus ” (Tb 8,5).
Dou um passo a mais e convido também os casados a assumirem com o Senhor o compromisso de viverem suas relações conjugais de maneira pura, santa, como Deus quer, sem as aberrações que o mundo lhes ensina por meio de filmes, vídeos, revistas e tudo mais.
O mundo desconsidera o que de mais puro Deus criou: a união do homem e da mulher como Seus “sócios” para a existência de filhos neste mundo. Foi Deus quem quis que a criação de Seus filhos continuasse por meio da sexualidade do homem e da mulher. O sacramento do matrimônio vivido de maneira santa é lindo! A tentação e o mundo ensinaram aberrações que profanam e dessacralizam o que Deus criou de mais sagrado.
Sei que há muitas provocações e que, por isso, não é fácil aos casados manter a fidelidade nos dias de hoje. Mas porque “somos filhos de santos”, queremos ser santos. Não podemos viver o matrimônio “como os pagãos que não conhecem Deus”.
Queremos viver a pureza e a santidade naquilo que de mais sublime o Senhor fez para o homem e a mulher, que são o matrimônio e as relações conjugais.
Você pode viver a fidelidade. É claro que vai lhe custar muito “joelho dobrado”, muita força de vontade, confissão, arrependimento e jejum. Será necessário fazer mortificações, deixar, por exemplo, o cigarro, a cervejinha, para se manter firme e forte nesse propósito! Porque, na verdade, se você cede sempre ao cigarro, à cervejinha, quando chegar à sexualidade, você também não vai aguentar!
E mais: a fidelidade não é só para a mulher. Há muito marido que diz: “Com a minha mulher, não! Com a minha filha, não!”, mas pode com a mulher e a filha dos outros?

Foto: Maria Andreia/cancaonova.com
Não existem dois pesos e duas medidas. Por quê? “Porque somos filhos de santos, e não nos devemos casar como os pagãos que não conhecem Deus”.
É preciso que o mundo comece a conhecer a verdade. Infelizmente, nós cristãos permitimos que o mundo coloque na televisão, nas revistas, nas músicas, toda essa enxurrada de sujeira que vemos hoje. É preciso, portanto, que a humanidade saiba que Deus tem filhos neste mundo que se conservam fiéis a Ele, que são capazes de se manterem firmes, castos, “subindo contra a correnteza”, porque são filhos de Deus.
Vamos imaginar uma linda situação: Maria e José como os nossos casais de namorados de hoje. Maria namorou, não estranhe! Ela nunca imaginou que seria a Mãe de Deus, até receber o anúncio do anjo. Como toda moça judia, preparava-se para o casamento.
Maria pedia a Deus o marido que Ele tinha preparado a ela. Encontrou José na cidade de Nazaré: conheceram-se, namoraram e se casaram. O casamento entre os judeus se fazia em dois tempos. No primeiro, eles se casavam, mas ainda não habitavam juntos! O marido, então, ia preparar a casa, os móveis e todo o necessário, enquanto a mulher preparava o enxoval. José preparava tudo para  a sua amada, e Maria, por sua vez, preparava-se para José.
Durante esse tempo, aconteceu o anúncio do anjo, e somente quando o anjo explicou a José a situação de Maria é que ele a assumiu e a levou para casa!
Um segredo para você: namore como se José e Maria o acompanhassem no namoro (o que é real). Eles estão atentos a todos os filhos de Deus. Maria, que é Mãe, quer educar você. José, que assumiu  a paternidade de Jesus, quer assumir a paternidade de todos aqueles que são irmãos de Jesus e filhos de Maria.
Assim, você namora de maneira santa! Para quê? Para que vocês dois, namorados ou noivos, possam viver a castidade e a pureza até o casamento. Para as meninas, um alerta especial: você não vai querer se casar com um qualquer! Vai querer um marido de têmpera.
Se o rapaz não resiste agora, durante o tempo de namoro, e parte para a sexualidade, ele vai aguentar depois de casado?
Meninas, pensem bem: o fraco é sempre fraco. Queira que o seu namorado ou noivo prove que é homem mantendo-se casto! Se ele quiser que você prove que o ama entregando-se sexualmente a ele, não aceite. Deve ser o contrário! É preciso que ele prove que a ama contendo-se e guardando-se casto para você até o casamento.
Sei, porém, que devido àquilo que aprendem nas novelas, revistas ou conversas com amigas, as meninas de hoje já querem logo experimentar o sexo e partem para o ataque. Quem faz isso “brinca com fogo”, põe em risco o seu futuro e a sua família.
É preciso, portanto, decisão de ambas as partes. Firmá-la na oração é fundamental! Rezemos juntos:
Sou filho de santos, sou filho de Deus! Sou filho de Maria! Sou protegido por José e guardado por eles. Sou santa também e quero caminhar para a santidade! Não quero me casar como os pagãos. Não quero viver a minha vida conjugal como os que não conhecem a Deus. Quero ser forte, Senhor, forte como Tobias e como Sara! Preciso da graça da fortaleza para começar tudo de novo! Dá-me, Senhor, a graça da virgindade, porque sou filho de santos! Estou em Ti, Senhor, e sou uma nova criatura. Amém!
Artigo extraído do livro ‘Geração PHN’de monsenhor Jonas Abib.