15/09/2011

Da imagem e semelhança ao lixo.

´´O salário do pecado é a morte,mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por meio de Nosso Senhor Jesus Cristo.`` (Romanos 6,23)

Caros irmãos e irmãs em Jesus Cristo;de fato o ser humano foi criado a imagem e semelhança de Deus,não na condição física,mas pelo fato do ser humano ser a única criatura carnal que tem alma.Já até mencionei que o ser humano é mais imagem e semelhança de Deus quando ama.

Pois bem,o pecado corrompeu a natureza humana.Até mesmo uma criança incapaz de cometer um pecado grave foi afetada pelo pecado original de Adão e Eva,pois os pecados de Adão e Eva fizeram o ser humano ser imperfeito de natureza.O pecado nos denigre em nossa condição de pessoas.

Não podemos cair na mentira do Pelagianismo que retornou em nossos dias pela indiferença religiosa.Diferente do que disse Pelágio,descartando a importância da religião,o ser humano não é capaz de viver uma vida em conduta moralmente boa se não tiver o auxílio de Deus e de sua Santa Igreja Católica,ou de uma outra religião.

A religião é fundamental para a busca da santidade,para que saiamos da lama do pecado.Toda religião tem por base o encontro do ser humano com Deus ou com o transcendental.Pela fé e pela Igreja lutamos contra o pecado.Podemos ver que uma pessoa que não segue religião nenhuma tem tendência à Depressão.Dizem que a Depressão é o mal do século XXI,mas isso ocorre não pelo consumismo,pois ele é resultado de uma tentaiva de preencher o vazio.A Depressão é o mal do século pela falta de Deus na vida de muitos.

Convém que o homem de Deus busque ser santo estudando as Sagradas Escrituras,rezando,sendo exemplo e buscando a santidade usando por base os ensinamentos da Igreja que são o resumo dos de Cristo.

Fonte: Catolicismo sem Segredo

14/09/2011

Como entender a Inquisição - FINAL

Caros irmãos e irmãs em Nosso Senhor Jesus Cristo; quem acompanhou os últimos dois artigos deste estudo sobre a Inquisição percebeu que é uma injustiça feita contra o Tribunal do Santo Ofício julgá-lo fora do contexto de sua época de atuação.

Nesse último artigo será abordada a questão sobre Joana D` Arc,Giordano Bruno,Galileu Galilei,a caça as bruxas e a morte na fogueira.

O USO DA FOGUEIRA COMO EXECUÇÃO NA IDADE MÉDIA

Muito contrário do que as pessoas pensam,a morte na fogueira já existia na Roma e na Grécia antiga. Foi abolida com a Ascenção do Cristianismo, mas retornou na Idade Média não por ação da Igreja,mas pela ação do rei Roberto,o Piedoso,que mandou queimar 14 cátaros no ano de 1022 na cidade de Orleans(França) e também pela ação de reis como Raimundo VIII e Raimundo V.

Dizia São João Crisóstomo:´´Matar um herege é introduzir na Terra um crime inexpiável``.A tortura era usada uma única vez quando a culpa do réu era eminente,mas ele se recusava a aceitá-la. De forma nenhuma haviam torturas para que os réus confessassem o crime que não cometeu, pois como já escrevi,a Inquisição era o que havia de mais moderno no campo jurídico na Idade Média. Acabaram-se as execuções sumárias e começava o processo de julgamento.

Diferente do que ocorria em um Tribunal Régio, na Inquisição o acusado poderia confessar os crimes que cometeu sem temer a morte,pois a Igreja quando criou a Inquisição não fez isso para matá-los,mas para reconciliá-los. A Igreja protegia réus confessos,diferente do que ocorria com os casos julgados por tribunais civis que tanto fazia se o acusado confessasse a culpa ou não,pois provada a culpa,seria executado de qualquer forma.

É evidente que dentro do Tribunal do Santo Oficio houve inquisidores corruptos e que confundiam o ódio pela heresia com o ódio pelo herege. O Papa João Paulo II pediu perdão ao mundo pelos erros de alguns filhos da Igreja, não só pela questão dos maus inquisidores,mas por causa dos maus religiosos de forma geral. É injusto dizer que a Inquisição era sanguinária só por causa da má fama de alguns que fizeram parte dela. Não é porque há uma maçã podre na caixa que todas as demais são também podres. Generalizar é um erro.

A Igreja não matava ninguém na fogueira. Quem fazia isso era o poder civil. A Igreja ao mesmo tempo que tinha a Inquisição como órgão jurídico,esse órgão só tinha poder com o aval dos reis que permitiam a instalação de tribunais eclesiásticos em seus reinos. A Igreja só podia zelar pela fé e pela evangelização. A punição de hereges que cometeram crimes graves era feita pelo Estado.

O CASO JOANA D` ARC

Joana nasceu em Domrémy, França aos 06/01/1412,filha de camponeses. A santa por volta de seus treze anos começou ouvir a voz de São Miguel Arcanjo e de Santa Margarida e Santa Catarina de Alexandria,que diziam que ela tinha a missão divina de salvar a França do poder inglês,durante a Guerra dos Cem Anos entre França e Inglaterra.

Teve o apoio do rei Carlos VII e ajudou os franceses a obter importantes vitórias e por fim,a expulsão dos ingleses da França. Joana D` Arc era venerada pelos franceses,mas foi presa pelos ingleses aos 23 de maio de 1430.

O tribunal que julgou Joana não era um tribunal eclesiástico e tampouco o bispo Pierre Cauchon, responsável por sua morte era inquisidor. Foi um julgamento por heresia que não teve o aval da Santa Sé. O bispo Pierre Cauchon era corrupto e aliado dos ingleses e vivia refugiado em Rouen,cidade francesa sob o domínio inglês.
Prova que Joana não foi encarcerada em uma prisão eclesiástica é esse relato dela mesma:

´´Meu Deus, se eu estivesse na prisão da Igreja à qual eu estava submissa eu não teria chegado à uma situação como essa.``(Santa Joana D` Arc lamentando sua condenação à fogueira)

Joana morreu em Rouen aos 30/05/1431.Foi canonizada pela Igreja aos 16/03/1920 por Bento XV e é considerada padroeira da França.

O CASO GALILEU GALILEI

Galileu não foi intimado pela Inquisição por causa da Teoria Heliocêntrica,pois Copérnico era quem a defendia,mas reconhecia que isso era só uma hipótese,mesmo sendo verdade e Copérnico era membro da Igreja. Galileu não foi acusado por defender que a Terra era redonda,pois isso já era uma teoria que surgiu no século III A.C. por Pitágoras.

Galileu foi preso por usar a Bíblia para provar que o mundo girava em torno do sol sem ter bases concretas e por isso,ter partido para a área da Teologia,sendo que ele era cientista e não teólogo.Ele não foi torturado e nem morto,apenas sofreu uma pena de dois anos de prisão domiciliar e sem nenhum maus tratos.

O CASO GIORDANO BRUNO

Ex-sacerdote católico. Nasceu em Nola(Itália),em 1548.Duvidava da existência da Santissima Trindade e da divindade de Cristo e pregava a poligamia. Era inúmeras vezes perseguido não só por católicos,mas por protestantes por sua personalidade difícil. Se referia aos seus adversários como burros,bestas,porcos,cães e lobos.

O julgamento dele durou de 1591 a 1600,ano de sua morte,quando foi entregue ao poder civil. Giordano não era um idealista e sim era um anarquista que por se achar superior atraiu repentino ódio contra ele. O processo de Giordano mostra que se ele fosse julgado por um tribunal civil ele seria condenado à morte bem antes do que foi pela Inquisição.

A CAÇA AS BRUXAS

Fala-se erradamente de milhões de mulheres mortas na fogueira por causa da Inquisição,quando na verdade,muita gente morria condenada por heresia por ter sido julgada não por um tribunal da Inquisição,mas por um tribunal civil e regio (do rei).Na Idade Moderna o número de pessoas mortas condenadas por bruxaria são:

*2 na Irlanda
*7 em Portugal
*1000 na Itália
*4000 na França
*25 000 na Alemanha(país de maioria protestante luterana após o século XVI)
*15 000 na Inglaterra/Escócia ( reinos de maioria anglicana e calvinista)
*1350 na Dinamarca e Noruega(países de maioria luterana)


Cadê os milhões de vítimas? Também é importante destacar que de todas essas pessoas condenadas à morte,somente 20 % delas foram julgadas pela Inquisição antes de serem entregues ao poder civil,o que equivalia à morte na fogueira,pois o medo que o herege tinha não era o de ser julgado pela Inquisição,mas o de ser entregue ao poder civil.


CONCLUSÃO

É preciso analisar a História,pois muitos erros que são cometidos hoje seriam evitados se as pessoas olhassem ao passado. Fala-se tanto da Inquisição,mas pouco se fala das revoluções francesa,mexicana,da guerra civil espanhola onde milhares de padres,religiosos e leigos foram mortos pelos comunistas.

Não podemos comparar a Inquisição da Igreja com a da Espanha e Portugal que eram inquisições regias e não da Igreja. Eram tribunais que tinham um certo traço eclesiástico,mas os reis,sob a ameaça de cisma se o Papa interferisse,eram quem governava os tribunais do Santo Oficio em Portugal e na Espanha. A Inquisição não se ocupava com pessoas de outras religiões,somente se ocupava em aplicar a disciplina religiosa para pessoas de dentro da própria Igreja.

Pouco se fala do comunismo em Cuba, da Coréia do Norte,do Camboja, Mianmar,Vietnã, Índia, Arábia Saudita entre outros países do mundo muçulmano,hindu e do antigo bloco socialista,onde crer em Jesus Cristo é quase um atestado de óbito. Como já escrevi,mata-se mais pela ausência de Deus do que quando se usa Ele como justificativa para cometer crimes. Para terminar com esse artigo desejo à todos a paz de Cristo e o amor de Maria Sempre Virgem!

Fontes:

Para Entender a Inquisição(Profº Felipe Aquino,Ed Cleofas)

Joana D` Arc,a Mulher Forte(Régine Pernoud, historiadora francesa)

http://blog.cancaonova.com/felipeaquino/2007/01/23/os-martires-de-guerra-civil-espanhola/

http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_Civil_Espanhola

http://www.sinaisdostempos.org/perguntas/inquisicao.htm

http://catolicismosemsegredo.spaceblog.com.br

13/09/2011

Como entender a Inquisição - Parte 2

´´Mata-se muito mais pela ausência de Deus do que quando se usa Ele como justificativa para fazer o mal.``

A HERESIA CÁTARA

Muita gente hoje em dia é analfabeta de fé e de história ao considerar os cátaros como mártires ´´do Cristianismo puro``.Sabemos muito bem que eles eram anarquistas e negavam a divindade de Cristo,a existência do Espírito Santo,e ensinavam que o corpo humano e todas as coisas materiais eram criações do diabo(o deus mal) na teologia cátara que copiava as doutrinas do maniqueismo,dando uma falsa terminologia cristã aos dogmas maniqueus.

São Paulo escreveu que o corpo humano é templo do Espírito Santo. Nos Evangelhos Cristo ressaltava a importância do Matrimônio,disse que o que contamina a alma não é o que é exterior e sim é o que é interior e que vem de dentro do homem,Cristo ressaltou a importância da monogamia(casamento de um homem com uma única mulher).São Paulo dizia em suas cartas que a sabedoria do mundo é loucura para Deus e que o justo viverá unicamente pela fé. Mas todos esses valores evangélicos e cristãos eram negados pelos cátaros,que ironicamente eram chamados ´´puros``.

A heresia surgiu em Languedoc no fim do século XI,na região sul da França. Causavam desordens públicas e incentivavam ataques à paróquias e à propriedades rurais. Como já foi mostrado no primeiro artigo deste estudo,como era uma seita que considerava toda a matéria, incluindo o corpo humano como obra do ´´deus do mal``,incentivavam a Endura (suicídio sagrado) e haviam relatos de estupros de mulheres durante os rituais da seita cátara. Isso se deve pelo fato da seita considerar o corpo humano como algo mal e desprezível e que não merecia o respeito. Isso era praticamente um convite para uma vida de luxúria e de crimes contra propriedades e de violência sexual.

Logo quando o povo francês e cristão se viu ameaçado pela seita,a Igreja tomou seu papel de guardiã da fé cristã e contou com a ajuda do estado para combater os hereges que não só eram hereges,mas criminosos. Inúmeras tentativas de conversão dos cátaros foram feitas. Santo Antônio de Pádua conseguiu converter vários deles,mas muitos cátaros fugiam do debate religioso e continuavam uma vida de heresia e de crimes. A Cruzada Albigense iniciou em 1209 e durou 35 anos. Liderada por Simão de Monfort, também contou com a participação do rei Luis VIII.


O MODO DE AGIR DA INQUISIÇÃO

Diferente do que se pensa,os inquisidores eram pessoas estudiosas formadas em teologia e Direito Canônico. Só poderia ser inquisidor homens com no mínimo 40 anos.

Em uma época de ordálias e duelos,execuções sumárias, a Inquisição era o que havia mais de moderno no campo jurídico,mesmo sem ter poder jurídico,pois para ser valida contava com o aval do Estado. O herege tinha a chance de se defender e escolher um advogado. Se a pessoa que acusasse o réu de heresia sob falsa acusação,a pessoa que acusou o réu falsamente poderia ser presa e condenada no lugar do réu.

Havia também o tempo da graça(criado no Concílio de Béziers em 1246) que dava ao acusado um período de 15 à 30 dias para se retratar ou confessar a culpa,sob punição apenas leves. As torturas foram condenadas por Gregório IX mas ressurgiu com o Papa Inocêncio IV,que colocava inúmeras restrições as torturas,pois só poderiam ser aplicadas uma só vez e que durasse no máximo 30 minutos e só quando a culpa do réu era evidente. Hoje isto é inaceitável,mas naquela época não existia a ciência da criminalística, isso temos que levar em consideração.

Fonte: Para entender a Inquisição (Prof Felipe Aquino.Ed Cleofas)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Catarismo

12/09/2011

Como entender a Inquisição - Parte 1

Vou começar a série sobre a Inquisição com textos e fontes EXTREMAMENTE CONFIÁVEIS para que as pessoas possam ter mais conhecimento ao invés das histórias e contos cheios de mentiras e intrigas e perseguições que a Igreja Católica sofre até hoje. Vale a pena conferir e tirar as suas dúvidas.

INTRODUÇÃO

Caros irmãos e irmãs em Jesus Cristo; será narrada em uma sequência de três artigos a história do Tribunal do Santo Ofício ou mais conhecido por Inquisição. Muitas vezes ela é julgada pela sociedade de forma injusta e fora do contexto da época que ela foi criada. Ela (a Inquisição) se transformou em propaganda contínua para os inimigos da Igreja Católica e de Jesus Cristo que tentam denigrir a Igreja e o Cristianismo com os erros de algumas pessoas da Igreja que ´´pecaram`` como foi dito pelo saudoso Papa João Paulo II em seu pedido de desculpas pelos erros dos filhos da Igreja.

Após a Idade Média com os ditos filósofos ´´iluministas``que propagaram o ateísmo e julgaram que jogaram ´´luz sobre as trevas da sociedade cristã`` ,ela se tornou de heroína do povo e dos bons valores para a vilã e o marco de falta de progresso da sociedade cristã medieval. Essa propaganda anti católica sobre a Inquisição se deu com os filósofos ´´iluministas`` tendo Voltaire à frente.

Devemos ter em mente irmãos como era a sociedade medieval e como era o homem medieval.

Dizia São Tomás de Aquino,contemporâneo da época da Inquisição,que o crime mais grave do que falsificar a moeda é falsificar a fé,pois quem falsifica a moeda só traz danos ao bolso,mas quem falsifica a fé traz danos que podem ser irreversíveis à alma.

A Inquisição foi criada em uma época onde ´´a salvação do corpo valia mais que a salvação da alma`` como ressalta o escritor medieval Gil Vicente em sua obra ´´O Auto da Barca do Inferno``.Lendo este clássico da literatura portuguesa entenderemos um pouco a sociedade medieval,no que se trata aos judeus,mouros (árabes),cruzadas e o infeliz concubinato que havia entre os padres e que manchava a honra da instituição da Igreja Católica,concubinato esse que foi definitivamente condenado pela Igreja no Concílio de Trento.

Em uma sociedade que estava se recuperando da queda do Império Romano do Ocidente (476 D.C.) e que estava sendo reconstruída pela Igreja Católica,pelo trabalho educacional dos monges beneditinos e pela caridade dos monges franciscanos,que muitas vezes eram a única assistência caritativa que o povo medieval tinha,este mesmo povo aprendeu a defender essa Santa Igreja-e por ventura a única- com unhas e dentes pois o homem medieval foi civilizado pela Igreja,trazido do mundo bárbaro ao Cristianismo pela cruz que dobrou a espada.O homem medieval era grato à Igreja e aprendeu a amá-la,por isso nesta epoca o herege era muito mais que alguém que discordava da Igreja,era uma ameaça à sociedade que estava ressurgindo na sombra da Igreja de Cristo,e que poderia colocar todo o trabalho de reconstrução da Europa pela Igreja Católica à perder. Por isso os hereges eram tratados como criminosos não só por lesa-majestade,mas por lesa-majestade divina.

Tudo começou com a ameaça cátara que semeava anarquia e era uma seita violenta e também com outras seitas como os Hussitas,os Irmãos do Livre Espírito,os Valdendes de Pedro Valdo entre outros que negavam o sacramento do matrimônio que a Igreja batalhou para colocar no coração dos povos europeus,antes bárbaros e agora cristãos. Nesses artigos veremos a questão cátara,o caso Joana D` Arc,Giordano Bruno,Galileu Galilei,o Index,as Inquisições espanhola e portuguesas. Que Deus os bendiga !

O SURGIMENTO DA INQUISIÇÃO

A Inquisição surgiu no ano de 1184 pelo Concílio de Verona através do Papa Lucio III.Foi criada para julgar os casos de heresia que surgiam dentro da Igreja,que muitas vezes se dava por padres como João Huss que do nada viravam hereges e atacavam violentamente a Igreja e semeavam rivalidades e traziam desordem pública.

Seu primeiro local de atuação foi Languedoc (França) para combater a heresia cátara que como já foi abordado,era anarquista,anti católica e incentivava a Endura(suicídio sagrado) e ataques à propriedades rurais e da Igreja. Há relatos que mulheres eram abusadas sexualmente durante os rituais da ´´igreja cátara``.

Fontes: Para entender a Inquisição(Prof º Felipe Aquino.Ed Cléofas)

http://pt.wikipedia.org/wiki/Inquisi%C3%A7%C3%A3o

http://www.cafetorah.com/artigos-sobre-a-inquisicao

09/09/2011

O que faz a Sagrada Escritura ser Sagrada?

Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar e corrigir,para instruir na justiça para que o homem de Deus seja perfeito e instruído para toda boa obra. (2ª Carta à Timóteo 3,16-17)

Evidente que a Igreja desde os tempos primitivos do Cristianismo tem veneração pelas Sagradas Escrituras,tanto pelo Antigo,quanto pelo Novo Testamento.Basta lembrar que os profetas do AT anunciavam a chegada de Cristo e também o seu destino.

A Bíblia não é a única fonte de verdade absoluta,mas tem o básico para a nossa salvação.Ela não tem todas as respostas,mas tem o suficiente que precisamos saber.Devemos ter muito cuidado na hora de interpretar as Sagradas Escrituras,isto provo dizendo que uma pessoa só está inspirada pelo Espírito Santo quando lê a Bíblia,se a interpretação dela estiver de acordo com o que ensina a Igreja,caso contrário,tal pessoa está propagando um erro.O Espírito Santo não fala com inúmeras vozes sobre o mesmo assunto e tão pouco analisa a história em um ponto de vista isolado de nossa epoca.

As Sagradas Escrituras são sagradas por terem as Palavras do Senhor e elas ganham mais poder para a santificação e não para a condenação, quando é interpretada de acordo com os ensinamentos da Igreja Católica sobre ela.Dizia Santo Agostinho:´´Não acreditaria na autenticidade das Escrituras Divinas se a autoridade da Igreja Católica não me movesse à isso``.

Uma pessoa inspirada por Deus sabe que quando a interpretação das Sagradas Escrituras traz rivalidades ao invés de união, é porque tem algo errado.

Pense nisso!

08/09/2011

Confiar em Deus ou em mim?


De fato, a confiança própria nos ajuda,mas as próprias escrituras dizem que o coração do homem planeja seus caminhos, mas é o Senhor quem lhe dirige os passos (Provérbios 16,9).

O ateu não percebe mas o homem confiou tanto em si próprio que já tivemos duas grandes guerras e que diferente das Cruzadas,eram guerras sem nenhum ideal nobre.O homem confiou tanto em si próprio dispensando a autoridade de Deus e da Igreja Católica, e o resultado é um mundo onde cada vez mais impera a impunidade e o crime.

Os séculos 19 e 20 geraram mais mártires à Igreja Católica do que na época das grandes perseguições romanas.Tivemos no decorrer de dois séculos muitos católicos e até mesmo cristãos de outras denominações mortos desde a Revolução Francesa que é uma vergonha para a humanidade até a epoca das revoluções russa,mexicana,espanhola(com seus milhares de católicos,leigos e religiosos mortos)entre outras revoluções e guerras que geraram mais mártires à Igreja do que nos primeiros séculos de Cristianismo.

A sociedade decadente que temos hoje é resultado dos filósofos ateus erroneamente chamados ´´iluministas`` com Voltaire e cia limitada.O mundo moderno trocou a verdade de Cristo pela ´´inverdade`` de falsos profetas que querem abolir Deus até das páginas da Constituição.

Confiar em Deus abençoa a confiança que temos em nós mesmos,pois o nosso trabalho só será santo, assim como também nossas vidas só serão santas se Deus santificá-las,e santificar nossas tarefas.Para terminar fiquem na paz de Cristo e no amor maternal de Nossa Senhora !

07/09/2011

Medo de Deus


Nossa história é parecida com as aventuras dos heróis da fé

“Pai, chegou a hora. Glorifica teu filho, para que teu filho te glorifique, assim como deste a ele poder sobre todos, a fim de que dê vida eterna a todos os que lhe deste. Esta é a vida eterna: que conheçam a ti, o Deus único e verdadeiro, e a Jesus Cristo, aquele que enviaste” (Jo 17, 1-3). “Qual é o teu nome? – Moisés! O que pedes à Igreja de Deus? – A fé! E esta fé, o que te dará? – A vida eterna!” Assim começou a Celebração Eucarística em que um jovem estudante de vinte e um anos recebeu o Batismo, a Crisma e a Primeira Eucaristia. São os Sacramentos da Iniciação Cristã. Na mesma ocasião, seu irmão Henrique foi crismado.

A Assembléia litúrgica era composta de adultos, jovens e uma centena de crianças, que participavam do Festival das Crianças promovido pela Comunidade Sementes do Verbo em Icoaraci, nesta nossa Arquidiocese de Belém. O sorriso e a firmeza com que ouvi estas respostas iniciais do Rito que presidi com alegria me fizeram refletir sobre o nosso contato e o nosso trato com Deus.
O candidato à iniciação cristã ouviu a Palavra de Deus e antes do Batismo renunciou ao pecado, à divisão e ao demônio. Mergulhado na piscina batismal, dali saiu homem novo, foi ungido com o dom do Espírito Santo e admitido pela primeira vez à Ceia Eucarística. O sorriso continuava resplandecente, como, aliás, posso testemunhar nas muitas semelhantes celebrações a que presidi. Não havia tristeza, constrangimento, receio ou medo de Deus.

Quem pede o Batismo não o faz para que alguém controle a sua vida, cerceando seus impulsos em busca de liberdade. Querer ser e viver como cristão eleva a alma humana, faz ser melhor e ser mais livre! Não somos, diante de pessoas que têm outras convicções, homens e mulheres complexados, como se o pensar e o viver mundano fossem melhores. Não há nada mais digno na existência do que fazer a oblação livre da própria liberdade diante de Deus. Vale recordar a palavra de Jesus: “Se permanecerdes em minha palavra, sereis verdadeiramente meus discípulos, e conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo 8, 31-32).

A Sagrada Escritura reflete o aprendizado de muitas gerações no contato com Deus, superando o medo diante da presença sagrada, que atrai e provoca muitas vezes estupor. Moisés, na montanha sagrada, iniciou seu caminho de intimidade com Deus. Mas começou tirando as sandálias numa terra santa, deu desculpas quando chamado à missão, enfrentou e superou as próprias inseguranças. Foi testemunha de grandes sinais e prodígios. No final, ficou o relacionamento pessoal: “O Senhor falava com Moisés face a face, como alguém que fala com seu amigo” (Ex 33,11). À morte, registra o Livro do Deuteronômio: “Nunca mais surgiu em Israel profeta semelhante a Moisés, com quem o Senhor tratasse face a face, nem quanto aos sinais e prodígios que o Senhor lhe mandou fazer no Egito, contra o Faraó, seus servidores e o país inteiro, nem quanto à mão poderosa e a tantos e tão terríveis prodígios que Moisés fez à vista de todo o Israel” (Dt 34, 10-12).

Elias, cujo ministério representa todo o profetismo do Antigo Testamento, também passou pelo aprendizado do contato com Deus. Vento impetuoso, terremoto, fogo, brisa suave. É diante da brisa leve que ele cobriu o rosto com o manto, saiu e pôs-se à entrada da gruta (cf. I Rs 19,9.11-13). Deus não é encontrado na agitação interior ou exterior, mas quer ouvir e ser ouvido!

Os discípulos de Jesus (cf. Mt 14, 22-33) escutaram do Senhor palavras consoladoras: “Coragem! Sou eu! Não tenhais medo!” e Pedro, tão parecido conosco, é chamado fraco na fé para se tornar rocha! Aprendeu a viver e deu sua vida por Jesus.

Nossa história é parecida com as aventuras dos heróis da fé. Não nascemos heróis, mas podemos, com a graça de Deus, vencer as sombras interiores que nos apavoram. Não custa acender a luz! E a Palavra de Deus é luz para o nosso caminho! E muitas pessoas, ao nosso redor, estão suplicando que sejamos iluminados por Aquele que é Luz do mundo, quais luzeiros que transformam em dia claro as sendas que percorrem.

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Dom Alberto Taveira Corrêa
Arcebispo de Belém - PA

Dom Alberto Taveira foi Reitor do Seminário Provincial Coração Eucarístico de Jesus em Belo Horizonte. Na Arquidiocese de Belo Horizonte foi ainda vigário Episcopal para a Pastoral e Professor de Liturgia na PUC-MG. Em Brasília, assumiu a coordenação do Vicariato Sul da Arquidiocese, além das diversas atividades de Bispo Auxiliar, entre outras. No dia 30 de dezembro de 2009, foi nomeado Arcebispo da Arquidiocese de Belém - PA.

06/09/2011

Ninguém pode ser feliz se não for amado


Amar é construir alguém querido

O amor gera a vida; o egoísmo produz a morte. A psicologia mostra hoje, com toda clareza, que as graves perversões morais têm quase sempre como causa principal uma "frustração amorosa".

Os jovens se encaminham para as drogas, para o sexo vazio, para o alcoolismo e para tantas violências, porque são carentes de amor, 'desnutridos' de amor. A pior anemia é a do amor. Leva à morte do espírito. Ninguém pode ser feliz se não for amado, se não fizer uma experiência de amor. Se isso é importante na infância e na adolescência, também na vida conjugal isso é verdade. E esse "amor conjugal" começa a ser aprendido e treinado no namoro. Na longa viagem da vida conjugal, que começa no namoro, você precisa levar a bagagem do amor. Você amará de verdade o seu namorado não só porque ele é simpático, bonito ou porque é um atleta, mas porque você quer o bem dele e quer ajudá-lo a ser ainda melhor, com a sua ajuda.

Muitas vezes, você quis e procurou uma namorada perfeita, ou um rapaz ideal, mas saiba que isso não existe. A primeira exigência do amor é aceitar o outro como ele é, com todas as suas qualidades e defeitos. Só assim você poderá ajudá-lo a crescer, amando-o como ele é. Alguém já disse que o amor é mais forte do que a morte e capaz de remover montanhas.

O amor tem uma força misteriosa; quando você ama o outro gratuitamente, sem cobrar nada em troca, você desperta-o para si mesmo, revela-o a si mesmo, dá-lhe ânimo e vida, "ressuscita-o". É com a chama de uma vela que você acende outra. Da mesma forma é com a doação da sua vida que você faz a vida do outro reviver. Desde o namoro você precisa saber que "amar não é querer alguém construído, mas construir alguém querido". É claro que um casal se aproxima pelo coração, mas cresce pelo amor, que transcende os sentimentos e se enraíza na razão.

Todo relacionamento humano só terá sentido se implicar no crescimento dos envolvidos. De modo especial no namoro e no casamento isso é fundamental. A ordem de Deus ao casal é esta: "crescei". Deus não nos dá uma "ajuda adequada" (cf. Gên 2, 18) para "curtirmos a vida" a dois; mas para crescermos a dois. Isso vale desde o namoro. E o que faz crescer é o "fermento" do amor.

São Paulo expressou as exigências do verdadeiro amor melhor do que ninguém: "O amor é paciente, O amor é bondoso. Não tem inveja. O amor não é orgulhoso. Não é arrogante. Nem escandaloso. Não busca os seus próprios interesses, Não se irrita, Não guarda rancor. Não se alegra com a injustiça, Mas se rejubila com a verdade. Tudo desculpa. Tudo crê, Tudo espera, Tudo suporta. O amor jamais acabará" (I Cor 13, 4-7).

Medite um pouco sobre cada linha deste hino do amor e pergunte a si mesmo se você está vivendo isso no seu namoro.

Desde o namoro é preciso ter em mente que a beleza do amor está exatamente na construção da pessoa amada. É uma missão para gente madura, com grandeza de alma. Construir uma pessoa é educá-la em todos os aspectos, e isso é uma obra do coração.

O amor tudo suporta, tudo crê, tudo espera; o amor não passa jamais.

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Felipe Aquino
felipeaquino@cancaonova.com

Prof. Felipe Aquino, casado, 5 filhos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de aprofundamentos no país e no exterior, escreveu mais de 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Saiba mais em Blog do Professor Felipe Site do autor: www.cleofas.com.br

05/09/2011

Proibições e castidade

Como ficam os estímulos da Bíblia a uma vida casta?

Para expressar uma porção de conceitos, o mais das vezes pouco claros, a psicologia tomou emprestado um vocábulo polinésio. Trata-se da palavra "tabu". Esta imediatamente nos leva a uma ideia potencialmente negativa. Seriam proibições (quase sempre idiotas para o homem moderno) a respeito de assuntos dos quais nem se deve falar. Mexer nessa área seria expor-se a perigos sobrenaturais. Derivam do respeito que se deve ter para com objetos sagrados. Seriam interdições mágicas, que não devem ser discutidas por serem santas. Tal ideia se avizinha de uma neurose. Mais de uma vez na vida já escutei gente sentenciando que a maioria das proibições religiosas, de ordem sexual, seriam meros tabus, portanto, leis irracionais. Neste caso, como ficam os estímulos da Bíblia a uma vida casta? “Ocupai-vos com tudo o que é verdadeiro, honroso e puro” (Fil 4, 8)?


Quando em assuntos sexuais se procura mostrar a beleza da sexualidade, como uma forte energia motivadora, um bem desejado por Deus dentro da vida matrimonial, não se pode mais falar em tabu. Este existe onde não há motivação, onde tudo é misterioso e sem razão de ser. O verdadeiro discípulo de Cristo sabe por que deve se abster de desregramentos sexuais. Isso é uma espécie de disciplina, visando bens maiores. O que buscamos é relativizar o legítimo prazer sexual, por sabermos que existem bens maiores, como o amor a Deus e ao próximo. "Só os puros verão a Deus" (Mt 5, 8).

Certa ocasião, numa roda de conversa, falei a meus interlocutores que eu admirava muito o gesto heroico da mártir catarinense Beata Albertina Berkenbrock. Ela preferiu derramar seu sangue a satisfazer os instintos sexuais de um homem brutal. Ela preferiu morrer por causa de suas convicções religiosas. E também para defender a honra da mulher. Então um distinto senhor sentenciou: “Essa moça não serve de modelo para a juventude de hoje”. Trata-se de alguém que capitulou diante do mundo moderno. Ele acha que a mulher, em vez de dar a sua vida por convicções de fé, deveria se entregar pacificamente. Essa bem-aventurada – que do céu ela me ouça- seguramente não agiu por força de tabu, mas por convicções de fé.


Dom Aloísio R Oppermann scj - Arcebispo de Uberaba
domroqueopp@terra.com.br

02/09/2011

Deus nos treina a partir do necessário

Deus nos treina a partir do necessário Nosso Deus, que é Pai, nos dá só o necessário; “o pão nosso de cada dia”. Quando ensinou o pai-nosso aos apóstolos, Jesus falou numa linguagem própria dos judeus. Ele estava falando de coisas concretas. O “pão nosso de cada dia” quer dizer, de fato, a porção necessária para cada dia. O problema é que estamos mal-acostumados e queremos abundância. Só nos sentimos seguros quando temos de sobra. É o que o sistema deste mundo faz conosco. Por isso, é muito difícil nos acostumar só com o necessário para cada dia.

Porém, Deus insiste: “Meus filhos, vocês precisam aprender a viver de minha Providência”.

Nossa grande preocupação de pais são os filhos. Mas nossos filhos, principalmente as crianças, irão suportar tudo isso. Para eles será muito mais fácil. Nós, adultos, é que vamos sofrer. As crianças têm seus costumes e preferências, mas, facilmente, vão superar as dificuldades justamente por ser crianças e não ter se acostumado com o sistema deste mundo. Nós é que vamos ter dificuldades porque estamos viciados nesse sistema. Especialmente aqueles que foram pobres, que passaram necessidades e hoje têm certo conforto – experimentam pobreza, mas também abundância –, precisam adaptar-se porque podem facilmente ceder diante do sistema.

Chegará um tempo em que só terá acesso à economia, à saúde, à educação e ao trabalho quem se cadastrar; quem receber a marca na mão ou na testa, como está no livro do Apocalipse. O risco é ter os filhos como desculpa e ceder. O segredo é adaptar-se agora ao sistema de nosso Pai.

Hoje existe na Europa uma moeda única. O que parecia uma coisa distante já é uma realidade. A moeda única será rapidamente uma realidade e o mundo todo será regido por ela, com todas as suas consequências.

Por isso é que o Pai está nos alertando. Ele não quer que soframos mais do que o necessário. Se não treinarmos agora, quando a situação piorar vamos sofrer demais.

Este é o Sistema de Deus: ter o necessário, só o necessário e nada mais. É este o treinamento que Deus quer nos dar; é nisso que Ele quer nos adestrar.

Deus te abençoe!

Monsenhor Jonas Abib Fundador da Comunidade Canção Nova

(Trecho do livro "Divina Providência - Considerai como crescem os lírios" de monsenhor Jonas Abib)

01/09/2011

Precisamos abrir nosso coração ao perdão


Padre Alir Sanagiotto
Foto: Maria Andréa/cancaonova
Meus irmãos, criados por Deus, todas as pessoas nascem boas. Por isso é importante entrar na história de cada uma delas e conhecê-las. Isso nos ajuda a dar o passo para o perdão. A palavra "perdoar" é um processo, por isso é importante conhecer os fatos que aconteceram em nossa vida e que ficaram esquecidos.

Quantas pessoas precisamos perdoar! E perdoar não é esquecer, por isso é importante que coloquemos emoção quando perdoarmos, porque é a emoção que dará vida ao nosso perdão. Decidamos pelo perdão e o façamos com emoção, porque assim nos lembraremos, pois o perdão é algo muito importante.

Outra atitude é que perdoar é uma decisão, um ato de bondade, uma ordem de justiça. Há pessoas que dizem não perdoar, pois acham que só Deus perdoa. Se você não consegue, peça a ajuda de Deus, mas é preciso que você também faça a sua parte dizendo: “Eu o perdoo”. O Senhor nos pede para perdoar, e Ele nunca nos pediria algo impossível. Mas quantas vezes devemos fazê-lo? Disse Jesus: “Até setenta vezes sete”, ou seja, até você se libertar.

Hoje, há muitas orações de perdão. Então reze e comece a dizer que perdoa. O que fazemos com as pessoas que nos ferem? Agarramos e colocamos na prisão do nosso coração. Então, começamos a carregá-las. No entanto, o Senhor não nos fez para sermos presídios, por isso precisamos abrir nosso coração.

Quanto se gasta em remédio, em terapias, quando a causa está na falta de perdão! Você precisa se livrar dessa tortura; é preciso compreender que perdoar não é ser trouxa, não é ser fraco. Os fracos se vingam, os fortes perdoam. Quem perdoa é mais forte, pois se não perdoamos, nos nivelamos por baixo.

"Os fracos se vingam, os fortes perdoam"
Foto: Maria Andréa/cancaonova

A fórmula perfeita para perdoar, ensinada por Jesus, em Lucas 23,34: “Pai, perdoa-lhes! Eles não sabem o que fazem!”. Perdoar é declarar o outro inocente. Jesus estava no alto da cruz olhando tudo o que Lhe fizeram, mas os perdoou, porque viu que eram inocentes.

“Obrigado, Senhor Jesus, porque, como Deus, nos conhece e Sua Palavra nos liberta. Obrigado, porque nos deu o exemplo da cruz quando declarou todos inocentes. Ajude-nos para que nosso coração seja igual ao Seu, puro e saudável. Peço-Lhe, Senhor, que essa Palava se encarne em nós, seja um bússola a nos indicar o caminho certo. Que Seu Espírito Santo venha em socorro à nossa fraqueza. Obrigado, Jesus!”.

Quantas bênçãos recebemos! Vamos colocar no altar de Jesus as pessoas que nos ofenderam. Vamos dar aos nossos inimigos, àqueles que nos ofenderam, o que temos de melhor: entregá-los no altar do Senhor.

Transcrição e adaptação: Michelle Mimoso
Comunidade Canção Nova